quarta-feira, 15 de setembro de 2010
O som do Tennessee
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Wavves - o rei da praia continua o legado de Jay Reatard
New video - Wavves, Post Acid
"Making off" de King of the beach no estúdio Sweet Tea Recording em Oxford, Mississippi
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Justin Bieber X Tiny Masters of Today
terça-feira, 11 de maio de 2010
The Box Tops - The Letter
Apresentação do Box Tops com o finado Alex Chilton tocando The Letter e tirando onda com o playback
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Mahatma Gangue e Renegades of Punk no DoSol
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
The Runaways Trailer
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Dobradinha power pop com The Beat
Já tive a oportunidade de falar brevemente aqui do The Beat, mas agora trago dois vídeos de músicas referentes ao seu único álbum (1979). A dobradinha power pop começa com Rock n roll girl, vídeo de alguma exibição na tv de cerca de 1980 e segue com outra apresentação, dessa vez tocando Don't wait up for me. O vocalista Paul Collins começou tocando bateria e cantando no breve The Nerves, responsáveis por Hanging on the Telephone (1976), pertecente ao único registro da banda, mais conhecida na versão posterior do Blondie. Com o fim do The Beat, Paul montou a Paul Collin's Band e posteriormente o Paul Collins and The Yum Yums.segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Dr. Feelgood - She does it right (1975)
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Jay Reatard - It Ain't Gonna Save Me (2009)
Com seu som pop garage punk rock Jay Reatard vai dando cara própria à sua música. Essa canção é do novo álbum Wacht me Fall, lançado esse ano pela Matador Records. Ele sucede Blood Visions de 2006 e outros 11 singles publicados entre 2007 e 2008. Lançou também um split com o Sonic Youth nesse ano pela mesma Matador. O jovem Jimmy Lee Lindsay, seu nome verdadeiro, natural de Menphis (Tennessee), é bastante prolífico. Entre 1998 e 2006 participou de seis bandas diferentes, totalizando 43 lançamentos, entre singles e Lps. The Reatards foi seu primeiro grupo, com o qual lançou o lp Teenage Hate em 1998 pela sua conterrânea Goner Records. De lá pra cá até sua "carreira solo", como Jay Reatard, já tocou de tudo. Desde o garage punk a la Oblivians dos Retardados até experimentalismos synth punk no The Lost Sounds. Jay reatard parece ser mesmo sinônimo de hiperatividade.
sábado, 5 de setembro de 2009
A verdadeira Escola do Rock
Assista o clip de sugar cube do Yo La Tengo e conheça a verdadeira Escola do Rock. Esqueça os clubes indie, como um rock star você tem que pensar grande, como o rock de arena. Esqueça o Lou Reed e aprenda a ser um guitarrista de verdade dando piruetas com seu intrumento. Esqueça os discos legais dos anos 80 lançados pela SST, Touche & Go ou Rough Trade e adentre de cabeça na poética prog do Rush. E Jamais toque clarinete. Mas se lembre de tentar imitar Jimmy Page com um daqueles arcos de violino. O sucesso é garantido.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
The Younger Lovers
De Oakland, Califórnia, vem o Younger Lovers. Seu vocalista, Brontez, produz o zine Fag School e contribui, como colunista, para a Maximum Rockandroll, onde escreve sobre sexo desde um ponto de vista gay. O grupo possui um ep chamado California Soul e um Lp com o nome de Newest Romantic, lançado pelo selo Reatard Disco. Aqui vai o vídeo de Danny e uma amostra do low fi punk do Younger Lovers.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Los Monjo - Rock Basura
Guadalajara é a segunda maior cidade do México e capital do estado de Jalisco. Sua cena punk é marcada principalmente por bandas de crust, d-beat e hardcore propriamente dito. Em meio a tudo isso se destaca um grupo, formado por três irmãos (Tucho, Cesar e Rene) e um primo (Peter), que destoam da cena local por terem seu som calcado na energia de velhas bandas espanholas dos anos 80 como Eskorbuto, La Uvi e Comando 9mm. Eles se chamam Los Monjo, escrito assim mesmo sem a devida concordância gramatical.O grupo começou a tocar no inverno de 2003, mas já era uma idéia antiga de Tucho montar um grupo punk desde 1998, quando se dá seus primeiros contatos com a música punk. Antes de optarem por seu nome atual, tentaram outros como Los Chicos de Barro, Los Explosivos e Los Eskalata, já demostrando um certo talento para nomes esquisitos.
Peter e Tucho integraram anteriormente o Basca Urbana, onde Cesar também tocou baixo por um tempo. Porém em 2003 se aproxima Rene e tem-se o nascimento de Los Monjo. Mantem-se até hoje seu line-up original, que assim vai fazendo seus shows em lugares pequenos por Guadalajara.
Em 2006 lançam sua demo com oito sons, entre eles Cerdos e Cobardes. Relançada em 2008, em 7", pelos selos No Options (EUA) e Todo Destruido (México). Levando assim o som dos Monjo para além das fronteiras de sua cidade natal.
O punk dos Monjo é baseado nos três ou quatro acordes característicos do rock simples e primitivo, com um baixo proeminente, guitarras simples e bateria reta. O vocal de Tucho é sufocado, desesperado e sombrio, com uma certa carga de originalidade. Quanto as canções, "Cerdos" é sobre a polícia, que traduzindo significa porcos. "La Peor Pesadilla" é sobre desespero, medo e o lado sombrio da vida. Em "Rebelion" Tucho profere que "Se quieres cambio, rebelion!".
Gravaram ainda um clip para Covardes, dirigido pelo amigo Alvaro M.N, que já tive a oportunidade de apresentar aqui no blog.
Um dos pontos altos na vida dos Monjo foi a turnê que fizeram em seu país com a banda californiana Born/Dead, quando tocaram por Matamoros, Salamanca, Leon, San Luis, DF, Queretaro, Aguascalientes e outras pequenas cidades mexicanas.
Para o futuro, Los Monjo pretendem lançar um Lp que conterá de dez a doze músicas e levará o nome de Rock Basura, que traduzindo seria o mesmo que Rock Lixo ou Trash Rock no inglês. Pretendem também fazer um turnê pelos EUA, algo que é complicado pela dificuldade de se conseguir os vistos para viajar para o país vizinho e ultrapassar a tão famigerada fronteira.

Aqui vai a demo do grupo para download. Infelismente está faltando uma canção.
01. Cerdos
02. Solo neste pais
03. Rebelión
04. Cobardes
05. Contaminación
06. Esclavos
07. La pior pesadilla
Download
sábado, 22 de agosto de 2009
Wavves - New song
Wavves from TERROREYES.TV on Vimeo.
Música nova do Wavves à sair num novo disco. Essa música é mais reta e sem muito experimentalismo. Quando o Wavves toca assim, me agrada mais.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
La URSS - punk ochentero nos anos 2000
O URSS é um grupo espanhol, da Andaluzia, que faz punk rock ao gosto dos anos 80. Ochentero, como dizem por lá. Reunindo influências de bandas como Eskorbuto e do punk de décadas atrás. Porém feito por "chicos" entre 22 e 24 anos. São eles: Áfrico nos vocais, Jorge na guitarra, Miguel no baixo e Pablo na bateria. O timbre da voz de Áfrico lembra o de uma menina. Agradam-me muito as bandas novas que vão buscar inspiração no punk original de fins dos 70 e começo dos 80. Parece que é uma necessidade desses anos 00's, depois que passou o punk dos anos 90, que em quase nada lembrava as raízaes do gênero. O grupo possui um split, de 2006, com o Coprolitos, de Madrid, um single e um Lp chamado Producto, editado pelo selo Bowery em 2009 . Em julho de 2008 foram entrevistados pela MaximumRockandroll, que, quer queiram ou não, ainda é uma referência mundial para o punk rock. Em julho de 2009 saíram em turnê pela Europa tocando pela França, Alemanha, Polônia e República Tcheca. Nesse vídeo eles tocam duas músicas "Felices dias en Fuengirola" e "Todo sobre tu Hija". No myspace da banda você confere mais sons do punk ochentero do URSS. segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Wavves - Wavves, Wavvves
O Wavves na verdade é Nathan Williams, um jovem de San Diego, Califórnia. Ele gastava seu tempo livre andando de skate e escrevendo sobre rap no seu blog. Um dia o rapaz se armou com um gravador de cassetes dos anos 80, o Tascam, e com o software Garage Band. Se trancou no quarto por um mês e compôs tanto material que rendeu dois discos. Aos poucos ele foi disponibilizando para download em dois 7", uma casssete e um EP. O DIY também acompanhou Nathan na produção da arte de seus lançamentos, com o rapaz desenhando e "scanneando" fotos para as capas. O primeiro álbum, self title, foi feito no mesmo gravador de quatro canais e saiu primeiro em cassete. Depois foi lançado em cd e lp, com cópias limitadas, pelo selo Woodsist em setembro de 2008. O segundo foi chamado Wavvves, com um "v" a mais que o primeiro disco. E foi lançado em fevereiro de 2009 pela Fat Possum Records, com produção do próprio Nathan. 
A sonoridade do Wavves é bastante crua, mas repleta de melodias e alguns experimentos. Já disseram que é Buzzcocks com Beach Boys. E já chamaram até de no-fi e shit-gaze, tamanha é a bagaceira das gravações. Na verdade, o som é uma espécie de punk low fi, bem na linha das gravações da In The Red Records. Se você já escutou bandas como Cheap Time, Lovvers, No Age, Times New Vinkings ou até coisas um pouco mais antigas como Pussy Galore, dá para imaginar o som do Wavves. As músicas são batizadas com títulos imprevisíveis como "California Goths", "Summer Goths", "Killr Punx, Scary Demons", "Surf Goths" e "Beach Goths". As gravações caseiras foram tão bem vindas que o Wavves chegou a ser considerado "the next big thing" por alguns críticos e blogs. O Wavves escurcionou pelos EUA e foi chamado para uma turnê na Europa. Para acompanhá-lo ao vivo, Nathan chamou o baterista Ryan Ulsh. Nesse ano em Barcelona, no Primavera Sound Festival, Nathan teve uma briga no palco com Ryan e acabou insultando o público espanhol, que respondeu jogando garrafas e sapatos nele. O resultado disso foi a turnê européia cancelada. Depois, Nathan se desculpou publicamente dizendo que seu comportamento teria sido causado por um coquetel de ecstasy, valium e xanax. O Wavves continua tocando pelos EUA, para conferir sua agenda visite a página da banda no myspace.
sábado, 15 de agosto de 2009
The Zeros - Pioneiros de Los Angeles
Los Angeles foi um dos grandes centros urbanos gestores do punk, assim como Londres e arredores, Nova Iorque e São Paulo. Me lembro agora de uma cena do documentário Botinada. Nela o Clemente fala que se o Ramones não tivesse criado o punk na Big Apple, o pessoal da Carolina teria feito isso pelos americanos. Pois os paulistas também escutavam os discos dos Stooges e New York Dolls, andavam com camiseta listrada, jeans apertado e jaqueta preta. Guardada as devidas proporções do que o Clemente falou, parece que o punk era algo que estava no ar, só esperando alguém captar aquele espírito e jogá-lo numa canção de três acordes. Os Ramones com certeza foram os pioneiros, definindo o essêncial da linguagem punk. Mas parece que mesmo que se eles não tivessem dado o ponta pé inicial, alguém teria dado. Penso que foi uma questão de tempo para o punk se generalizar e virar a linguagem dos roqueiros mais jovens e rebeldes do meio dos anos 70. Nesse interím, lá em Los Angles surgia o The Zeros. Formado em 1976, com o nome incial de Main Street Brats, por Javier Escovedo (v,g), Robert Lopez (g), Hector Peñalosa (b) e Baba Chenelle (d). Os sobrenomes não escondem a ascendência chicana dos Zeros, por isso eram conhecidos como os "Ramones mexicanos". A banda tocou pela costa oeste com gente como Dils, Avengers, X, Plugz, Nerves, Wipers e Weirdos. E abriram o primeiro show do Germs em 1977. Em 1980 tocaram em Austin, Texas, junto com o Middle Class. Ainda fizeram apresentações em Nova Iorque em clubes como CBGB's, Max Kansas City, UK Club e Danceteria. Mas a vida do Zeros foi curta e o grupo se desfez em 1981. Nos anos noventa voltaram, com line up reformado, para alguns shows esporádicos e lançaram o álbum "Right Now!". Canções do grupo ganharam covers por diversas bandas do globo, como La Secta (Espanha) e Hoodoo Gurus (Austrália). Artistas de renome como Tom Waits, Patti Smith e o Damned adimiraram o trabalho dos Zeros. Eles foram um dos pioneiros da cena de Los Angeles e pavimentaram o caminho para Black Flag, Circle Jerks e X. Seus membros continuaram com outras bandas. O guitarrista Robert Lopez tocou no Catholic Discipline, que aparece na primeira parte do documentário The Decline of The West Civilization, e depois se tornou o El Vez, uma espécie de Elvis latino que fez um certo sucesso. Esse vídeo é uma apresentação de 1977 para um programa de tv de San Diego. Ele abre com o grupo tocando "Don't Push me Around" e encerra com uma rápida entrevista com a banda, onde perguntam se eles aceitam a definição de punk rock e o que significa punk rock. O disco "Don't Push me Around", lançado pela Bomp Records em 1992, é uma boa pedida para conhecer os primeiros trabalhos da banda, datados do final dos anos 70.
1. Don't Push Me Around
2. Wimp
3. Main Street Brat
4. Handgrenade Heart
5. Beat Your Heart Out
6. Wild Weekend
7. Comestic Couple
8. Rico Amour
9. Beat Your Heart Out
10. Getting Nowhere Fast
11. She's Just a Girl On the Block
12. They Say That (Everything's Alright)
13. Comestic Couple/Shannon Said/Talkin'/Out of Place/Wild Weekend
Download
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Nuggets Commercial
Comercial gringo da época do lançamento do Box set da Nuggets. Meio tosquinho, mas vale a pena ver e ouvir alguns trechos dos clássicos da garagem americana. A banda que aparece no vídeo é o Fee Foe 5, da Virgínia e que durou de 1998 à 2002. Engraçado é no final o Music Machine cantando Talk Talk e aparecendo o número do telefone para comprar os cds.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Trash News: Documentário sobre o Death e turnê em setembro
Detroit's own DEATH -Where Do We Go From Here? Documentary - Tour 2009 Promo from Howlermano on Vimeo.
Desde a redescoberta das master tapes do Death que a banda vem despertando a curiosidade de muita gente. Viemos acompanhando aqui pelo blog desde o pré-lançamento do albúm até a sua disponibilização em mp3 para nossos leitores. E mais notícias vem por ai. Não bastasse a lançamento do Lp pela Drag City Records, contendo material inédito mais as músicas do compacto de 1974, um documentário sobre a banda está sendo produzido. É isso mesmo. Um documentário com os integrantes da banda, que sobreviveram, contando sua história. Ele se chama "Where Do We Go From Here". Depois de quase serem esquecidos pela História o Death parece que vem com tudo. Não bastassem o Lp e o documentário, eles ainda vão entrar em turnê. É isso mesmo uma turnê! Mas nada muito grande. Cerca de três shows entre 25 e 27 de setembro em Detroid, Illinois e Cleveland. Para matar a curiosidade, aqui vai um trecho do documentário. Para se manter atualizado sobre o processo de produção clique aqui.
Enjoy!


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