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segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Quando Etta James encontra o MC5
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quarta-feira, 24 de março de 2010
Hooliganismo aplicado ao cinema
I.D (1995)
The Football Factory (2004)
Green Street Hooligans (2005)
Rise of The footsoldier (2007)
Cass (2008)
Awaydays (2009)
The Firm (2009)
terça-feira, 18 de agosto de 2009
La URSS - punk ochentero nos anos 2000
O URSS é um grupo espanhol, da Andaluzia, que faz punk rock ao gosto dos anos 80. Ochentero, como dizem por lá. Reunindo influências de bandas como Eskorbuto e do punk de décadas atrás. Porém feito por "chicos" entre 22 e 24 anos. São eles: Áfrico nos vocais, Jorge na guitarra, Miguel no baixo e Pablo na bateria. O timbre da voz de Áfrico lembra o de uma menina. Agradam-me muito as bandas novas que vão buscar inspiração no punk original de fins dos 70 e começo dos 80. Parece que é uma necessidade desses anos 00's, depois que passou o punk dos anos 90, que em quase nada lembrava as raízaes do gênero. O grupo possui um split, de 2006, com o Coprolitos, de Madrid, um single e um Lp chamado Producto, editado pelo selo Bowery em 2009 . Em julho de 2008 foram entrevistados pela MaximumRockandroll, que, quer queiram ou não, ainda é uma referência mundial para o punk rock. Em julho de 2009 saíram em turnê pela Europa tocando pela França, Alemanha, Polônia e República Tcheca. Nesse vídeo eles tocam duas músicas "Felices dias en Fuengirola" e "Todo sobre tu Hija". No myspace da banda você confere mais sons do punk ochentero do URSS. segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Wavves - Wavves, Wavvves
O Wavves na verdade é Nathan Williams, um jovem de San Diego, Califórnia. Ele gastava seu tempo livre andando de skate e escrevendo sobre rap no seu blog. Um dia o rapaz se armou com um gravador de cassetes dos anos 80, o Tascam, e com o software Garage Band. Se trancou no quarto por um mês e compôs tanto material que rendeu dois discos. Aos poucos ele foi disponibilizando para download em dois 7", uma casssete e um EP. O DIY também acompanhou Nathan na produção da arte de seus lançamentos, com o rapaz desenhando e "scanneando" fotos para as capas. O primeiro álbum, self title, foi feito no mesmo gravador de quatro canais e saiu primeiro em cassete. Depois foi lançado em cd e lp, com cópias limitadas, pelo selo Woodsist em setembro de 2008. O segundo foi chamado Wavvves, com um "v" a mais que o primeiro disco. E foi lançado em fevereiro de 2009 pela Fat Possum Records, com produção do próprio Nathan. 
A sonoridade do Wavves é bastante crua, mas repleta de melodias e alguns experimentos. Já disseram que é Buzzcocks com Beach Boys. E já chamaram até de no-fi e shit-gaze, tamanha é a bagaceira das gravações. Na verdade, o som é uma espécie de punk low fi, bem na linha das gravações da In The Red Records. Se você já escutou bandas como Cheap Time, Lovvers, No Age, Times New Vinkings ou até coisas um pouco mais antigas como Pussy Galore, dá para imaginar o som do Wavves. As músicas são batizadas com títulos imprevisíveis como "California Goths", "Summer Goths", "Killr Punx, Scary Demons", "Surf Goths" e "Beach Goths". As gravações caseiras foram tão bem vindas que o Wavves chegou a ser considerado "the next big thing" por alguns críticos e blogs. O Wavves escurcionou pelos EUA e foi chamado para uma turnê na Europa. Para acompanhá-lo ao vivo, Nathan chamou o baterista Ryan Ulsh. Nesse ano em Barcelona, no Primavera Sound Festival, Nathan teve uma briga no palco com Ryan e acabou insultando o público espanhol, que respondeu jogando garrafas e sapatos nele. O resultado disso foi a turnê européia cancelada. Depois, Nathan se desculpou publicamente dizendo que seu comportamento teria sido causado por um coquetel de ecstasy, valium e xanax. O Wavves continua tocando pelos EUA, para conferir sua agenda visite a página da banda no myspace.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
The Cute Lepers - Terminal Boredom (2008)
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Thee Vicars – Back On The Streets (Dirty Water, 2008)

Garage Punk da Última Hora Com os Vigários
(Atendendo a pedidos vindos da Paraíba e abrindo o leque Lixo Jovem para os anos 2000, aqui vai o primeiro disco dos Vicars)
Os Vicars é formado por Mike Whittaker, Chris Langeland , Marcus Volkert e Will Pattenden. Na verdade eles são um bando de moleques com idade entre 17 e 19 anos, vindos de Bury St Edmunds em Suffolk, localizada no leste da Inglaterra. Possuem uma demo, dois singles e no final de 2008 lançaram seu primeiro álbum pela Dirty Water Records.
Com muitas apresentações ao vivo o grupo tocou em todos os meses do ano passado, inclusive abrindo no retorno dos Mummies em Valencia na Espanha.
Back On The Streets abre com uma introdução demoníaca e logo depois vem a faixa título que lembra Night of The Phantom de Larry and The Blue Notes. Daí você já tira todo o clima Back From The Grave no qual estão imersos esses rapazes. Os vocais em faixas como Don't Try to Tell Me também vão lhe fazer lembrar dos Mummies, os auto-intitulados reis do budget rock, aliás, uma das faixas do disco leva esse nome. Já em canções como You Better Watch Out e I Don't Wanna be Like You dá pra sentir um pouco do veneno de 1977 nos caras.
Esses meninos poderiam está idolatranto astros da Mtv ou escutando “emo” de supermercado, mas preferiram ficar com o Billy Childish, Mummies, punk, surf e garage rock. Coisas assim não acontecem todo dia. O futuro promete.
Teen Trash
tracklist
01. Introduction to Thee Vicars
02. Back on the Streets
03. Why Have You Changed?
04. Mindless Squares
05. Budget Rock
06. Small Town Blues
07. Don't Try to Tell Me
08. Tore My Heart
09. The Dreaded Day Job
10. Gonna Make You Mine
11. They Lied to You
12. You Better Watch Out
13. I'll Hunt You Down
14. I Don't Wanna be Like You
15. Leavin' Here
16. Straight Home*
*Falta a faixa 16
Thee Vicars – Back On The Streets (Dirty Water, 2008)
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Thee Vicars - Back On The Streets (2008)
Garage punk da última hora com Thee Vicars. A banda lançou um ótimo disco em 2008 pela Dirty Water Records. Destaque para a idade de seus integrantes, que possuem de 19 a 17 anos. Em breve disco para download aqui no blog.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Soggy (Mémoire Neuve/Reims Punk'N'Roll, 2008)
As palavras que vieram a minha cabeça quando escutei Soggy pela primeiro vez foram: “Que porra é essa? Isso parece Stooges com Motorhead!”. O vocalista Beb é um show a parte, com seu corpo de Iggy Pop e cabelo de Rob Tyner do MC5. O restante da banda é composta por Eric Dars (guitarra), Olivier Hennegrave (bateria) e François Tailleur (baixo). O apocalipse estava formado.

Soggy surgiu em 1978 na comuna de Reims, situada à leste de Paris, na região de Champagne-Ardenne (um conhecido centro comercial) e é resultado do fim de outros grupos da localidade como Woman Bleed, Antechrist e Hardfuckers. No começo tiravam covers de Alice Cooper, MC5, Black Sabbath e Stooges, o que nos diz muito sobre o som do grupo. Quando começaram a compor material próprio, principalmente sobre a influência de Stooges, o caldeirão Soggy estava formado e fervendo! Eles se rotulavam ironicamente de Hard Wave, em decorrência dos diversos rótulos que os jornalistas lhe colocavam como Hard Rock e New Wave. O grupo contava com um bom aparato técnico para promover suas próprias turnês pela região de Champagne-Ardenne e chegaram a viajar para Paris e outros países como Bélgica , Alemanha, Suíça e Holanda. Vale ressaltar que tuso isso sem o apoio de nenhuma gravadora.

O ponto alto da banda foi o lançamento de um single autopromovido no ano de 1981 e a gravação ao vivo de Wating for the War para o canal de Tv FR3 Reims. O single lançado de maneira do it yourself, contava com as canções Waiting for the War e 47 Chromosomes e trazia Beb fazendo pose de fisiculturista na capa. A banda recusou diversos contratos com grandes gravadoras, pois queriam que eles cantasem em francês, o que foi rebatido diverssas vezes pela banda. Depois de uma série de shows e de uma suposta abertura da turnê européia de 1982 do Judas Prist o grupo se dissolveu.
O único lançamento oficial do Soggy até hoje era o single já citado, porém em 2008 os selos franceses Mémoire Neuve e Reims Punk'N'Roll, lançaram um vinil, limitado em 500 cópias, que contém as gravações do Soggy do período de 1978-1982, resgatando da obscuridade essa pérola valiosa. Uma aula imperdível de Raw Power, de rock bruto feito de suor e sangue! Com 11 faixas o disco é uma primazia de originalidade e misturas até então impensadas, com momentos de punk alá Stooges com a energia dos motores MC5 e uma pegada mais heavy metal. Um disco que com certeza vai agradar os aficionados por garage, punk e heavy metal.Longa vida ao Raw Power!
Teen Trash
Soggy (Mémoire Neuve/Reims Punk'N'Roll, 2008)
tracklist
Lado A
1. 47 chromosomes
2. Lay down a lot
3. I feel top of the world
4. Cellulitis is the top of the shapeless body
5. Down the shops
6. I wanna be your dog
Lado B
1. Waiting for the war
2. Cursed boy
3. Slider
4. Let's go together
5. Lost my brain

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Noite das Bruxas 13 de Dezembro

Noite das Bruxas
Mossoró, Rio Grande do Norte
Os Bonnies
Velociraptors
Inquisidores
Mahatma Gang
Dj Raphael Cruz
Local: Nasdir Drinks
Horário: Sábado às 18:00
Entrada: 5,00
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Pisadona 23/11

quarta-feira, 12 de novembro de 2008
70's Raw Power - Teenage Punk Rock 'N' Roll From 1970-1976 (Teen Trash Records, 2008)

70's Raw Power é uma viagem pelo que se fez de mais punk nos primeiros seis anos da década de 70, uma década que começou com hippies e terminou com punks, que foi do Flower Power para o No Future. Aqui estão registrados os anos antes da explosão total de 1977. Nela, temos remanescentes dos anos 60 que continuaram chutando tudo como MC5, Stooges, Flamin' Groovies e os obscuros Up! e Crushed Butler.
De bandas já nascidas nos 70, temos os grupos que surgiram na época do glam rock, mas que possuíam uma sensibilidade mais punk, como o pouco comentado Hollywood Brats (o New York Dolls inglês), Hammersmith Gorillas, banda da lenda do rock 'n' roll britânico Jesse Hector, que também é o vocal do Crushed Butler e o próprio New York Dolls, que já esquentava as coisas lá na Big Apple e preparava o solo pro nascimento da blank generation, junto com os Dictators.
Em seguida temos a galera que já vinha definindo o idioma de 77 e calejando o ouvido da molecada pra explosão, são eles: The Saints e Radio Birdman na Austrália; Ramones em NY, Runaways e Crime na Costa Oeste; e The Damned e Eddie and The Hot Rods na Inglaterra.
No meio do caminho, tivemos uma banda sui generis, única em sua época, o Death, formada por negros e que já era 77 em 1974.
Todas as gravações aqui são de antes de 1977, algumas como as do The Saints são de 1976, mas só foram lançadas um ano depois, outras como a do obscuro Bizarros, saíram em compacto ainda em 1976, assim como The Damned, Eddie and The Hot Rods, Crime e Radio Birdman. Outras são demos, como a do Ramones, originalmente gravada em 1975.
Temos também as gravações que passaram anos até verem a luz do dia novamente, como os registros do Crushed Butler feitos entre 1969-1971 e inéditos até 1998! No ep Uncrushed, que reúne todo o material do Crushed Butler, vinha o merecido subtítulo e reconhecimento póstumo de "First Punks From The British Underground".
Outro caso parecido foi o do Up!, porta-voz-musical-oficial dos contraculturais Panteras Brancas de John Sinclair e que possuíam estreita ligação com o MC5, com os quais compartilhavam a mesma filosofia política esquerdista mezzo marginal mezzo revolucionária, típica do final dos 60 e começo dos 70. As gravações do Up!, datadas de 1969-1972, foram resgatadas do obscurantismo em 1995 no retrospectivo lp Killer Up!, que conta até a com participação do beatnik mais querido pelos hippies, o poeta Allen Ginsberg.
Na Inglatrra, outra banda que teve lançamento póstumo foi o Hollywood Brats. Suas gravações de 1973, só foram lançadas em 1980. A banda é o equivalente inglês do New York Dolls, tanto na indumentária de drag queen, quanto na sonoridade trash e punk de seu glam rock. Depois do fim da banda, seu vocalista Steel Casino ainda participou do ninho punk inglês que era a banda London SS e posteriormente formou o The Boys em 1976, com Mat Dangerfield, outro remanescente dos Brats.
No mais é isso, Raw Power é uma energia que sempre esteve presente no rock n roll desde o seu berço e nunca morreu, as vezes é abafada quando o rock se leva a sério demais e se entorpece de “técnica musical” ou estrelismo cinematográfico.
Uma vez li em algum lugar uma frase que reflete bem o que penso a respeito da música, era mais ou menos o seguinte: nem tudo é punk no rock and roll, mas o melhor do rock é punk. Recado dado, aproveitem!
Don't Believe the hype and don't forget the RAW POWER!
Teen Trash
tracklist
1. Crushed Butler - My Son's Alive (1970)
2.Hollywood Brats - Sick On You (1973)
3.The Stooges - T.V. Eye (1972)
4.MC5 - Sister Anne (1971)
5.The Up! - C'mon and Swim (1970)
6.Crushed Butler - Factory Grime (1970)
7.Flamin' Groovies -Teenage Head (1971)
8.Hammersmith Gorillas - You Really Got Me (1974)
9.Iggy and The Stooges - Search And Destroy (1973)
10.Hollywood Brats - Another School Day (1973)
11.MC5 - Teenage Lust (1970)
12.Iggy and The Stooges - Raw Power (1973)
13.Dictators - Two Tub Man (1975)
14.New York Dolls - Trash (1973)
15.The Runaways - Cherry Bomb (1976)
16.Eddie and the Hot Rods - Teenage Depression (1976)
17.Death - Keep On Knocking (1974)
18.Bizarros - I Bizarro (1976)
19.Ramones - I Don't Wanna Be Tamed (Demo) (1975)
20.The Saints - (I'm) Stranded (1976)
21.The Damned - New Rose (1976)
22.Crime - Baby You're So Repulsive (1976)
23.The Saints - Erotic Neurotic (1976)
24.Radio Birdam- Burned My Eye (1976)
PART 1
http://rapidshare.com/files/162939205/70_s_Raw_Power_-_Teenage_Punk_Rock__n__Roll_From_1970-1976_PART_1_Teen_Trash_Records__2008_.rar
PART 2
http://rapidshare.com/files/162948222/70_s_Raw_Power_-_Teenage_Punk_Rock__n__Roll_From_1970-1976_PART_2_Teen_Trash_Records__2008_.rar


sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Cazumbi - African Sixties Garage Volume 1 (No Smoke)
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Esse lance de escavação do rock sessentista não tem fim e o que a compilação Cazumbi (Zumbi) nos trás é isso, rock garageiro original dos anos 60, mas não pense nos EUA nem na Europa, e sim no continente africano. É isso mesmo, talvez você imagine que na África não exista rock nem hoje e muito menos a quarenta anos atrás, talvez só consigamos imaginar os leões das savanas exibidos pelo National Geographic e Animal Planet e as guerras civis que ocorreram naquele continente. Cazumbi vem desmistificar essa imagem da África como uma grande selva e mostrar sua produção garageira sessentista de gente ultra obscura como Gino Garrido & Os Psicodélicos, Os Rebeldes, Os Gambuzinos, Kriptons, Os Rocks entre outros. Sempre comparo a explosão do punk rock de 1976-77 com o que aconteceu com o rock nos anos 60. É impressionante a quantidade de grupos que surgiram ao redor do mundo num período que vai mais ou menos de 1964 a 1969, cinco anos que viram milhares de bandas pipocarem mundo afora. Bandas de sonoridade simples e crua, influenciadas pela British Invasion que varreu meio mundo e fez brotar grupos nos mais diversos e inusitados lugares como o Leste Europeu (ainda num contexto de Guerra Fria), Ásia, nossa América Latina e no caso de Cazumbi a África. É o punk antes do punk, é o 60's punk. A escavação para a produção de Cazumbi foi mais a fundo ainda, não se detendo apenas na parte sul do continente africano, onde a invasão branca e a ocidentalização, talvez tenham sido mais profunda e duradoura, mas também resgatou compactos ultra raros de grupos provenientes de Moçambique, Congo, Angola, nos brindando com canções em português e francês com sotaque africano. Além dessas temos as composições em inglês e versões de canções de clássicas bandas como Eletric Prunes, Shocking Blue e Screamin' Jay Hawkins. Mesmo distante da agitada Califórnia e da Swing London, Cazumbi é todo fuzz, surf, garage e R&B, um excelente prato. Agora já sabe, se te perguntarem se existe rock na África, você pode dizer que sim e a bastante tempo. Enjoy!
Teen Trash
tracklist
Zumbi One:
01. A-CADS - Down The Road (S.A.)
02. DOCTEUR NICO WITH AFRICAN FIESTA - Save Me (Congo)
03. CONJUNTO DE OLIVEIRA MUGE - Sospesa Ad Un Filo (Mozambique)
04. GINO GARRIDO E OS PSICODELICOS - Baby I Love You (Angola)
05. IMPACTO - Knock On Wood (Mozambique)
06. THEM - I Want To Be Rich Again (S.A.)
07. KRIPTONS - Billy Boom (Angola)
08. CONJUNTO NIGHT STARS - She Only Wants A Friend (Mozambique)
09. GAMUZINOS - Aida (Angola)
10. ORQUESTRE VEVE - Venus (Congo)
Zumbi 2:
11. REBELDES - Murder By Contract (Mozambique)
12. JOHN E SHARP - Monkey Shine (S.A.)
13. AFRICAN FIESTA - Eh Bien Mona Ami (Congo)
14. KRIPTONS - Manga Madura (Angola)
15. INVADERS - No Money, No Honey (S.A.)
16. ROCKS - Wish I May (Angola)
17. INFLEXOS - Furtivo Olhar (Mozambique)
18. LES KRAKMEN - Krakmen Twist (Congo)
19. H2O - Riens Des Mots (Mozambique)
20. TETA LANDO - Muato Wa N'ginjila (Angola)
21. OS GAMBUZINOS - KALUMBA (Angola) [Bonuns Track]
22. OS INFLEXOS - You're Much Too Proud (Mozambique) [Bonuns Track]
23. OS ROCKS - I Put Spell on You (Angola) [Bonuns Track]
DOWNLOAD
Part 1
http://www.mediafire.com/?mysok1mim3m
Part 2
http://www.mediafire.com/?1bknjy31zjm

domingo, 21 de setembro de 2008
Ceará Rude Klub - 21/09

Rude Boys & Girls Ceará:http://br.geocities.com/rudiesce/
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Cheap Time (2008)

A cidade de Nashiville, no estado americano do Tennessee, é a terra do Cheap Time, trio formado por Jeffrey Novak (g,v) Jon Sewell (d) e
Stephen Braren (b,v) responsáveis pelo álbum debut da banda.
Lançado pelo selo californiano In The Red Records, nesse ano de 2008, e antecedido de dois compactos, o debut apresenta 14 temas que destilam o melhor de referências entre punk dos 70, garage dos 60, power pop e glam, tudo isso revestido de produção low-fi e para o bem dos ouvintes, distante do espírito “alternativóide”, um pouco em voga nesses anos.
People Talk é o tipo de canção que deixaria qualquer multidão ensandecida se tivesse uma produção mais comercial e tocasse em grandes rádios. Destaco ainda Push Your Luck, Falling Down e Ginger Snap.
O disco como um todo mostra uma banda que sabe o que está fazendo e que promete ainda mais bons frutos. O Cheap Time vem a somar não só com as atuais boas bandas do Tennessee de garage e punk como Jay Reatard e The Barbaras, mas com bandas punks recentes espalhadas pelo mundo como Regulations, Clorox Girls, os camaradas sergipanos do Renegades of Punk e Gorilla Angreb que remetem a produções setentistas e oitentistas do punk rock, relembrando suas raízes sem parecer conservador ou chato, mas sim detendo o que há de melhor no espírito daquela época.
É de bandas que soam autênticas como o Chip Time que precisamos nesses anos e não de quilos e mais quilos de franjas e poses que parecem ser um fim em si mesmos.


