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quinta-feira, 25 de março de 2010

O retorno da garagem e da psicodelia em discos

Queria registrar aqui dois recentes lançamentos do selo português Groovie records. Estes lançamentos dizem respeito aos brasileiros, por se tratar do resgate de uma parte esquecida e por vezes menosprezada de nossa discografia, o rock de garagem e a psicodelia nacional. 

O primeiro é o lançamento da discografia do The Bubbles em Lp, contendo seu compacto de 1966 e temas inéditos. Raw and Unreleased traz, entre outras, uma versão para For your love do Yardbirds e a inédita Get of my land. Esse é também um duplo resgate, pois o Lp contém duas canções raras do compacto de 1971 de A Bolha, grupo que se originou do The Bubbles.

O outro lançamento diz respeito ao desenvolvimento posterior do rock de garagem, a psicodelia. Com o título de Brazilian guitar, fuzz bananas já fica indicado o direcionamento do disco, permeado pelo sincretismo moderno do tropicalismo, abrangendo o período de 1967 a 1976. 

Podemos classificar esse disco como um lançamento de luxo, pois além de ser um Lp duplo, acompanha um óculos 3D e um livro com fotos e biografia em inglês e português de todas as bandas. Na mesma linha do bom trabalho de garipagem da Groovie, o lançamento contem material raro e também inédito. Além de conter a participação de The Pops, do desbocado Sergei e do delirante Fábio, o disco resgata nomes esquecidos e raros como Loyce e os Gnomos, Banda de 7 Léguas e Marc Rybell.

Outra novidade do selo é que as compras agora poderão ser feitas através de depósito bancário pelo Banco do Brasil. Para mais informações de como adquirir seus discos, escreva para  contact@groovierecords.com.
 
 

sábado, 1 de agosto de 2009

Los Bestias (1967)



Apresentação datada de 1967 do obscuro grupo argentino Los Bestias no programa La Escala Musical. Nota para o exagerado mop top do vocalista que mais parece um capacete, para o ar blase do baterista e para o logo da banda na bateria imitando o dos Beatles.Ao que parece não chegaram a gravar nenhum disco. Então, aproveitem esses excelentes temas.

Mais alguns vídeos dos Bestias







sábado, 20 de junho de 2009

O Lado Punk do Rei




Trecho do filme Roberto Carlos em Ritmo de Aventura rodado em 1968 e dirigido por Roberto Farias com atuação do próprio Rei e participação de José Lewgoy, Reginaldo Farias e Rose Passine. Na película Roberto é perseguido por uma quadrilha internacional de bandidos.

No clip o rei tira granadas da própria boca e arremessa nos bandidos. Ainda dirige uma espécie de trator e foge da quadrilha pilotando um helicóptero. No mínimo peculiar!

Não Serve Pra Mim é uma composição de Renato Barros do grupo Renato & Seus Blue Caps, que acompanham o Rei nesta música. A canção está presente no disco do rei de 1967 que leva o mesmo nome do filme. O destaque vai para o riff brutal da guitarra de Renato Barros, um som seco, duro, estourado e arrasador perfeitamente encaixado nos lamentos amorosos de Roberto Carlos. Destaque ainda para o órgão e toda atmosfera 60s e garageira da música.

domingo, 1 de março de 2009

Os Minos - Singles (1967-1968)




Quem procura por garage rock certamente não está atrás de “obras musicais” com requinte, virtuosismo e ares de arte (no sentido mais intelectualizado que essa palavra possa ter). Quem procura por garage, já dizia o zine espanhol Poodle Bites, está atrás de uma atitude, uma espécie de essência rock and roll. E por mais místico que isso possa parecer, ainda faz muito sentido.

Lixo Jovem resume a parada pra você e diz: quem procura por sons de garagem, não está atrás de um obscuro Sargent Peppers ou do próximo Zappa experimental. Aquela atitude, falada antes, diz respeito a um rock mais instintivo do que intelectual, uma música primitiva, amadora, crua e nem por isso menos impressionante e cheia de fascínio. No final das contas é apenas o punk rock original dos anos sessenta.

Formada em 1966 em Salvador, o grupo Os Minos é um exemplo autêntico de rock garageiro primal e amador. A sua formação contava com os irmãos Jorge, na bateria, e Pepeu Gomes, no baixo e outra dupla de irmãos; Luciano e Ricardo Souza nas guitarras.
A banda lançou dois compactos pelo selo Copacabana um de 1967 e outro de 1968, este contendo a gema beat punk Febre de Minos. O grupo chegou a viajar para São Paulo, onde se apresentaram no programa O Bom de Eduardo Araújo, na Tv Excelcior. Passaram dois anos na capital paulista e depois regressaram a sua terra natal.

Pedro Anibal de Oliveria Gomes, mais conhecido como Pepeu Gomes, vem de um longo passado rockeiro. Ainda nos anos sessenta formou seu primeiro grupo aos 11 anos, a banda Los Gatos, que precedeu Os Minos. O futuro Novos Baianos seria depois considerado pela revista norte-americana Guitar World um dos dez melhores guitarristas do mundo e o melhor da América Latina.

A crueza punk de Os Minos está anos-luz do virtuosismo que depois faria conhecido mundialmente Pepeu Gomes. Aqui temos os primeiros passos de um grande guitarrista em verdadeiros artefatos da garagem brasileira.

Quem não sentir a febre de Minos, não vai chegar a ser avô, essa febre dar na juventude, se você não sentir é porque já passou.”
Teen Trash


Os Minos - Single (Copacabana, 1967)
Lado A
Vem Meu Bem (Luciano-Pepeu)
Lado B
Aprenda A Amar (Ricardo-Jorginho)

Os Minos - Single (Copacabana, 1968)
Lado A
Febre de Minos
LadoB
Fingindo Me Amar

sábado, 20 de dezembro de 2008

Os Megatons - Single (Mocambo, 1967)



Os Megatons começaram como uma banda de rock instrumental e surf, gravando seu primeiro registro em 1964, o Lp Os Megatons lançado pela Philips. Sua formação contava com Joe Primo Mareschi (guitarra e ex-Jet Blacks), Renato (guitarra), Luiz (guitarra), Carlão (baixo) e Edgar (bateria).

Posteriormente com a entrada de Wagner Benatti e influenciados por Byrds e pela Britsh Invasion, gravam o sucesso O Tijolinho com o cantor Bobby de Carlo e também mais três compactos.

Parece que tinha-se o plano de lançar um Lp, coisa que não foi concretizada.Nas décadas seguintes seus integrantes passaram por bandas como Os Pholhas e Cokeluxe.

As duas canções são carregadas de atmosfera garageira e fuzz, uma delícia!
Teen Trash



Tracklist
Lado A - Cuidado
Lado B - Só penso Em Meu Bem

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História da Banda

Banda paulista formada no inicio dos anos 1960 pelo baixista Joe Primo (ex Jet Blacks). Nos primordios era uma banda exclusivamente instrumental, alias era o que predominava na epoca. Com a entrada de Bitão (Wagner Benatti) em 1966 a banda passou por uma mudança radical e as musicas vocais passaram a dominar o repertorio. Nessa ocasião a formação era: Bitão – guitarra/vocal; Joe Primo (PrimoMoreschi) - baixo/vocal; Renato – guitarra; Luiz Moreschi (irmão do Primo) – guitarra de 12 cordas/vocal e Edgar – bateria. Posteriormente houve a saida de Renato e a entrada de Sodinha (Antonio Carlos Cortez) grande amigo de Bitão com o qual já tinha tocado numa efêmera banda por volta de 1964 chamada “4 Sem e Um Com Óculos”.



Influenciados principalmente pelos Beatles e Byrds, a sonoridade dos Megatons tornou-se um diferencial entre outras bandas da época pelo uso das guitarras de 12 cordas, raridade naqueles dias...Foi assim que o produtor Serginho de Freitas os escolheu para gravar o compacto de reestréia de Bobby De Carlo que já tinha feito grande sucesso no final dos anos 50 com a musica “OH ELIANA”, as musicas escolhidas foram “TIJOLINHO” e “MINHA TRISTEZA” as 2 de autoria de Bitão. O sucesso foi avassalador e logo os rapazes foram identificados com aquele som diferente e metalico das guitarras de 12 cordas que todos admiravam; logo outros artistas do então iniciante movimento “Jovem Guarda” quiseram ter Os Megatons para acompanha-los nas gravações, como por exemplo Marcos Roberto e Antonio Marcos. Com todo este sucesso o caminho natural era que a banda fosse convidada a gravar seu proprio disco o que aconteceu através da gravadora Mocambo/Rozenblit com as músicas “MEU MACHUCADINHO” e “NELMA” as 2 de autoria de Wagner Bitão e PrimoMoreschi. O 2° compacto - tambem pela Mocambo/Rozenblit - tinha as músicas: “CUIDADO” (Marcos Roberto & Dori Edson) e “SÓ PENSO EM MEU BEM” (Henrique Adriani). O 3° e ultimo compacto saiu pela Odeon e tinha as musicas: “TARZAN (Wagner Bitão - PrimoMoreschi) e “VIAJANDO” (Wagner Bitão - Antonio Sodinha).


No 2° semestre de 1967 foram convidados a participar do inovador programa "Quadrado e Redondo" dirigido à juventude e apresentado pela dupla Serginho Galvão-Debora Duarte na então recem inaugurada TV Bandeirantes e que foi um grande sucesso na época; chegaram ainda a participar no final daquele ano da gravação do único LP de Bobby de Carlo e no inicio de 1968 Os Megatons estavam preparando a gravação do seu 1° LP mas infelizmente não chegou a ser concretizado pois houve a prematura dissolução da banda.


Fonte

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Os Incríveis - Neste Mundo Louco (Continental, 1967)




Algumas pessoas tendem a torcer o nariz quando o assunto é Jovem Guarda e acabam menosprezando o estilo, resumindo ele aos hits que ouviram por acaso na tv ou coisa parecida. A verdade é que a jovem guarda é a expressão autêntica de nosso rock sixtie, com tudo de bom ou brega que essa década teve. Nela, como em qualquer outro estilo, há espaço para coisas boas, ruins e fenomenais. Todo mundo "conhece" Roberto, Erasmo e Wanderléa, as pontas de lança do movimento, porém muitos outros fizeram parte dela. Gosto de brincar e chamar os grupos mais obscuros e de tendência mais garageira (Os Baobás, The Brazilian Bitles) de "Jovem Guarda linha-dura", em contraponto as melodias mais açucaradas do estilo. E esse disco postado aqui dos Incríveis de certa forma reúne esses elementos.

Os Incíveis nasceram no ano de 1962 em São Paulo com o nome de The Clevers e já começaram a gravar em 1963 em plena moda do Twist. Dois anos depois, por motivos legais, mudam o nome para Os Incríveis, iniciando a fase de maior sucesso do grupo que se estende do final dos anos 60 até o início da década seguinte, contando com sucessos como Era um Garoto que como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones e Eu Te Amo, Meu Brasil, composição de Dom e Ravel identificada com o regime militar e que acabou por trazer desprestígio para o grupo. Em seguida o grupo se separou e alguns de seus integrantes ainda gravaram nos anos 70 como Risonho, Mingo e Nenê, passando por grupos como Som Nosso de Cada Dia e Casa das Máquinas. Nas décadas seguintes o grupo se reúne em decorrência de comemorações e aniversários da Jovem Guarda.

Em 1967 eles gravaram Os Icríveis Neste Mundo Louco, nome também do filme que foi rodado com eles ma Europa. Aqui há desde músicas mais animadinhas como Feliz Foi Adão, passando pelo pop italiano romântico de La Fisarmonica, pelas canções carregadas de distorção fuzz e cheiro de garagem como Hold Tight e Giulieta e a pertubadora Don Pepe Legal, de autoria do guitarrista e vocalista Mingo, que passeia pelo jazz, rock instrumental e guitarra fuzz garageira. Neste disco a fromação era Netinho (bateria), Mingo (guitarra base e vocal), Risonho (guitarra solo), Nene (baixo), que foi integrante do The Rebels e Manito (sax), que posteriormente chegou a gravar com os Mutantes.

Se você ainda tem preconceito com a Jovem Guarda, me desculpe a indelicadeza, mas o problema é todo seu, pois estará perdendo oportunidade única de saborear um rock tipicamente brasileiro, sem ser regionalista, que nada tem haver com aquele excremento pop feito aqui nos 80. E se você é um aficionado em sons de garagem, não deixe de dá uma olhadinha no próprio quintal, antes de procurar coisas no do seu vizinho anglo-saxão.

Teen Trash


1 The girl like you
(D.R.)

2 Renascerá
(Los Brincos - Mingo)

3 Hi-Lili Hi-lo
(Deustche - Kaper)

4 Hold tight
(Blaikley)

5 La fisarmonica
(Enriquez - Zambrini - Migliacci)

6 My mummy put sugar on me (Mamãe passou açúcar em mim)
(Carlos Imperial - Mingo)

7 Piangi com me
(Mogol - Schapiro)

8 Giulieta
(Los Brincos)

9 Feliz foi Adão
(Carlos Imperial - Eduardo Araújo)

10 Don Pepe Legal
(Mingo)

11 Que será será (Whatever will be, will be)
(Livingston - Evans)

12 Um sorriso champagne
(D.R.)


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Trecho do filme Os Incríveis Neste Mundo Louco


Os Incríveis num visual meio Billy Childish

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Som Beat - Compacto (Rca Victor, 1967)



Som Beat & Os Mistérios da Garagem Brasileira


A história do grupo Som Beat começa em 1965 quando eles tocavam nas docas de Santos e são descobertos pelo guitarrista Gato (The Jet Black’s) que em seguida os levam para apresentações nas boates da Rua Augusta, no centro de São Paulo. Gato também foi responsável por levá-los a RCA, onde gravaram seu único compacto, lançado em 1967. O compacto continha uma versão, bem executada, para My Generation do The Who no lado B e no lado A Sou Tímido Assim, versão em português para Listen People do Herman’s Hermits. Integravam a banda o guitarrista e vocalista mineiro José Aroldo Binda, Vicente Ferrer Juan (o Fafá) também na guitarra e vocais, José Carlos Pereira no baixo e Norival na bateria. Ainda participaram do grupo Antônio Lourenço Portella e Dartagnan. Considerados os Yardbirds paulistanos e uma das melhores bandas de São Paulo dos anos 60, o Som Beat tem sua curta história perpassada por uma lenda. Reza a lenda que teriam gravado um Lp ao vivo no Estúdio Scatena, jamais lançado pela RCA, com diversos covers, entre eles Nobody But Me do Human Beinz. Outra fonte fala ainda da existência de uma fita demo, produzida pelo radialista Carlos Alberto Sossego com covers para Nobody But Me e Com'n Up. O pessoal da revista virtual Senhor F teve o prazer de ouvir essa fita, já o LP não se sabe se realmente existiu, pois ninguém o viu ou escutou. O Som Beat ainda pode ser conferido acompanhando Nichollas Mariano, ex-mordomo de Roberto Carlos, na gravação da canção Não Adianta Nada contida num compacto lançado pela Continental em 1967.
Teen Trash

Bibliografia:
Fróes, Marcelo. Jovem Guarda: Em Ritmo de Aventura. São Paulo: Editora 34, 2000.
www.senhorf.com
www.jovem-guarda.com


track list
Lada A
Sou Tímido Assim
(Gouldman/Versão Som Beat)
Lado B
My Generation
(Pete Townshend)

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sexta-feira, 25 de abril de 2008

Los Vidrios Quebrados - Fictions (1967)



¡“Fictions” es el ÚNICO DISCO que grabó esta banda chilena! Los Vidrios Quebrados se formaron en 1965, haciéndose sus propios instrumentos y tocando en escuelas mientras estudiaban en la Escuela de Leyes “La Católica”. Odeon les ofrece un contrato y graban su primer single, “Friend b/w She’ll Never Know I’m Blue”. En 1967, graban el legendario “Fictions” para RCA. Este disco está tocado con sus propios instrumentos. “Las guitarras las cortábamos, las pegábamos y le armábamos los trastes a puro ojo y sierra.” “No había ni cuerdas en esa época. Para poder doblar los tonos teníamos que usar 3 primeras. Y las primeras venían en rollos de alambre de acero que uno compraba en las ferreterías. Las cápsulas también las hacíamos nosotros mismos.” Elegían las canciones que querían tocar –Beatles, Rolling Stones, Yardbirds y especialmente los Kinks- yendo a un bar, escuchando las canciones en una jukebox, y volviendo a casa tratando de recordar el tema para sacarlo en la guitarra.


Cantaban en inglés “para diferenciarnos de la música comercial de la época, la Nueva Ola. La cosa de improvisar y de experimentar nos salió muy naturalmente porque estábamos en la época en que necesitábamos buscar cosas nuevas.” Cantaban sobre cosas cotidianas como “la falta de libertades, los ‘agarrones’ por llevar el pelo largo”, tratando de narrar las experiencias de su generación. Eran de hecho una banda ciertamente intelectual en sus referencias e intenciones. Aunque habían empezado haciendo versiones, todas las canciones de “Fictions”, grabadas en un tiempo total de 9 horas, eran composiciones propias.

Su historia acabó cuando Héctor Sepúlveda se mudó a Londres en 1969. Originalmente, la banda al completo iba a seguirle, pero los demás no pudieron hacer el viaje, y Héctor empezó a tocar en las calles –e incluso teloneó a Family en el Marquee en una ocasión.

fonte: Muster Records

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Os Canibais - Grandes Sucessos (s/d, Mr. Five Music)

Discografia que reúne todo o material lançado pela banda nos anos 60, inclui os compactos de 1966, 1967, 1968, 1969 e todo o Lp homônimo de 1967.


Downloadhttp://rapidshare.com/files/72914225/os_canibais_-_grandes_sucessos__1966-1969_.zip


Os Canibais sempre foi um mistério para os colecionadores e aficcionados mais novatos por raridades dos anos sessenta. Particularmente por conta de seu único LP homônimo, lançado em 1967, contendo estranhas versões para músicas de grupos poucos conhecidos. No álbum, o grupo reinterpreta canções obscuras ou ‘one hit wonder’ dos Kinks, Merseybeats, Searchers, Outsiders e Turtles, além de músicas próprias. Integraram o grupo nascido em 1965, em plena ebulição da ‘beatlemania’, em sua formação definitiva, e presente no único disco gravado, os músicos Aramis (guitarra), Sérgio (guitarra), Elydio (contra-baixo), Max Pierre (bateria), Roosevelt e Horácio (órgão e piano). Além da música, o nome (totalmente punk) de batismo da banda, também soava estranho aos ouvidos da juventude da época.


Fernando Rosa & Nélio Rodrigues (http://www.senhorf.com.br/revista/revista.jsp?codTexto=882)

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Os Jovens - Os Jovens (CBS, 1967)


http://rapidshare.com/files/35118044/Os_Jovens_-_os_jovens__1967_.zip

record nerd info
disco: Os Jovens
gravadora: CBS
ano: 1967
país: Brasil

Duo vocal formado por Francisco Fraga e João José, que fez relativo sucesso na Jovem Guarda, gravando acompanhados pelo grupo Renato e Seus Blue Caps, principalmente. Gravaram um Lp (1967) e diversos compactos, entre Coração de Pedra, Se Você Me Abandonar e Eu Não Sei. Destaque para Coração de Pedra (bem punk!) e Você Fala Demais, dois 60s hits do cão!