Mostrando postagens com marcador 1968. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1968. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Arthur Brown - Garage black metal em 1968



‎1968! Antes mesmo do Secos e Molhados, Kiss, Alice Cooper, Mercyful Fate e o Black Metal pintarem a cara!!!


I am the god of hell fire, and I bring you
Fire, I'll take you to burn
Fire, I'll take you to learn
I'll see you burn

Recomendação do Fernando JFL

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Os Incríveis me fizeram voltar a pé

Nunca entre numa loja de discos quando você tiver pouco dinheiro. A menos que você seja uma daquelas pessoas controladas. O que não é meu caso. Dei o que tinha nesse compacto dos Incríveis, até o dinheiro do ônibus. O resultado é que tive que voltar pra casa a pé. Mas valeu cada centavo. Só o prazer de escutar "Vai, Meu Bem" no orginal já é recompensador. A escutei pela primeira vez na coletânea virtual Brazilian Nuggets e já gostei de cara. Esse compacto duplo é de 1968 e está imerso no clima hippie da época, misturado ainda com o típico romantismo jovem guarda. No lada A temos "Mundo Louco", que é uma versão para "Even The Bad Times Are Good". E fala que é doce viver nesse mundo, apesar dele ser louco, com a humanidade se desentendendo a toda hora, provocando confusão e perdendo a razão. Adicione ai bombas e espiões. E você tem o típico coquetel Guerra Fria & James Bond. "Molambo" é sobre o cara que aceita a mulher voltar pra ele, apesar de tudo que ela fez anteirormente. E apesar da reprovação do outros com essa reconciliação. No final o cara gosta, porque assim ele não enloqueceria de saudade e não acabaria virando "um molambo qualquer". O lada B começa com "Se Nos Disserem", uma versão para "E Se Ci Diranno". Uma típica canção anti-guerra e anti-racista made in 68. Um bom lembrete de que nosso rock daquela época não era tão alienado, como nos querem fazer crer os apologistas da mpb. E um alerta para quem gosta de caracterizar binariamente a música brasileira dos anos 60 entre o "intelectualismo" da bossa nova e a "infantilidade juvenil" alienada da jovem guarda. Encerrando o compacto temos "Vai, Meu Bem", que começa massacrando com um riff fuzz. A canção é uma ode a descrança amorosa. Uma canção sobre disilusão só poderia ser assim mesmo, um acid punk para os corações quebrados. Esse compacto duplo de 33 rotações foi lançado pela RCA Victor com o código LCD-1197.

sábado, 20 de junho de 2009

O Lado Punk do Rei




Trecho do filme Roberto Carlos em Ritmo de Aventura rodado em 1968 e dirigido por Roberto Farias com atuação do próprio Rei e participação de José Lewgoy, Reginaldo Farias e Rose Passine. Na película Roberto é perseguido por uma quadrilha internacional de bandidos.

No clip o rei tira granadas da própria boca e arremessa nos bandidos. Ainda dirige uma espécie de trator e foge da quadrilha pilotando um helicóptero. No mínimo peculiar!

Não Serve Pra Mim é uma composição de Renato Barros do grupo Renato & Seus Blue Caps, que acompanham o Rei nesta música. A canção está presente no disco do rei de 1967 que leva o mesmo nome do filme. O destaque vai para o riff brutal da guitarra de Renato Barros, um som seco, duro, estourado e arrasador perfeitamente encaixado nos lamentos amorosos de Roberto Carlos. Destaque ainda para o órgão e toda atmosfera 60s e garageira da música.

domingo, 1 de março de 2009

Os Minos - Singles (1967-1968)




Quem procura por garage rock certamente não está atrás de “obras musicais” com requinte, virtuosismo e ares de arte (no sentido mais intelectualizado que essa palavra possa ter). Quem procura por garage, já dizia o zine espanhol Poodle Bites, está atrás de uma atitude, uma espécie de essência rock and roll. E por mais místico que isso possa parecer, ainda faz muito sentido.

Lixo Jovem resume a parada pra você e diz: quem procura por sons de garagem, não está atrás de um obscuro Sargent Peppers ou do próximo Zappa experimental. Aquela atitude, falada antes, diz respeito a um rock mais instintivo do que intelectual, uma música primitiva, amadora, crua e nem por isso menos impressionante e cheia de fascínio. No final das contas é apenas o punk rock original dos anos sessenta.

Formada em 1966 em Salvador, o grupo Os Minos é um exemplo autêntico de rock garageiro primal e amador. A sua formação contava com os irmãos Jorge, na bateria, e Pepeu Gomes, no baixo e outra dupla de irmãos; Luciano e Ricardo Souza nas guitarras.
A banda lançou dois compactos pelo selo Copacabana um de 1967 e outro de 1968, este contendo a gema beat punk Febre de Minos. O grupo chegou a viajar para São Paulo, onde se apresentaram no programa O Bom de Eduardo Araújo, na Tv Excelcior. Passaram dois anos na capital paulista e depois regressaram a sua terra natal.

Pedro Anibal de Oliveria Gomes, mais conhecido como Pepeu Gomes, vem de um longo passado rockeiro. Ainda nos anos sessenta formou seu primeiro grupo aos 11 anos, a banda Los Gatos, que precedeu Os Minos. O futuro Novos Baianos seria depois considerado pela revista norte-americana Guitar World um dos dez melhores guitarristas do mundo e o melhor da América Latina.

A crueza punk de Os Minos está anos-luz do virtuosismo que depois faria conhecido mundialmente Pepeu Gomes. Aqui temos os primeiros passos de um grande guitarrista em verdadeiros artefatos da garagem brasileira.

“Quem não sentir a febre de Minos, não vai chegar a ser avô, essa febre dar na juventude, se você não sentir é porque já passou.”
Teen Trash


Os Minos - Single (Copacabana, 1967)
Lado A
Vem Meu Bem (Luciano-Pepeu)
Lado B
Aprenda A Amar (Ricardo-Jorginho)

Os Minos - Single (Copacabana, 1968)
Lado A
Febre de Minos
LadoB
Fingindo Me Amar

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Analfabitles - Single (RCA, 1968)





Mais uma vez os Analfabitles fazem uma aparição aqui no blog, desta vez com seu primeiro compacto, datado de 1968. O single abre com Sunnyside Up, cover da obscura banda de Boston Teddy and The Pandas, mostrando que a banda sabia onde catar as coisas. E a letra da canção diz "Well it's seven in the morning and I'm lying in bed/My wife's waking in my door/ She's got pralines on the table and they're waiting for me/ and I'm raring to go/ cause I'm havin'/ sunnyside up/ I'd like my eggs now..." Em seguida temos outro cover, essa mais calmo, chamado She's My Girl, original do grupo The Coastliners. Então é isso, saiba mais sobre os incríveis Analfabitles, no informativo texto de Nélio Rodrigues. Esse post é didicado ao camarada Junior, de Belém do Pará, que acompanha nosso blog e havia solicitado mais coisas do Analfabitles. Um abraço!
Teen Trash


tracklist:
side A Sunnyside Up
side B She's My Girl


Analfabitles - Single (RCA, 1968)







Analfabitles
por Nélio Rodrigues

Os Analfabitles contabilizavam três anos de existência em 1968. No início eram um quarteto e atendiam pelo nome de The New Kings. Uma fase curta, movida por uma aparelhagem incipiente e muita disposição. Logo, o pretensioso nome foi abolido, substituído pelo trocadilho com o qual a banda viria a se tornar uma legenda no Rio de Janeiro.

Mimetizando os grupos ingleses e norte-americanos, dos quais sugavam o repertório, os Analfabitles seguiam rota divergente do estilo predominantemente brega da jovem guarda. De fato, compartilhavam com outras bandas beat e de garagem, como The Outcasts, The Bubbles, The Trolls, The Divers e The Crows, entre outras, um nicho distinto e exclusivo, porém sem muita atenção das TVs e dos jornais e revistas, como recebiam os artistas daquela vertente.

No entanto, em 1968, já como um sexteto, a banda atravessava um momento efervescente. Seus bailes sempre concorridos mantinham o grupo em permanente circulação pelos clubes da Zona Sul, com esticadas a Tijuca, ao Grajaú e a Niterói, do outro lado da baía. Mas foi no Caiçaras, um clube de elite às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas - na verdade, situado numa ilha - que a coisa começou a esquentar. Ali, suas domingueiras foram se tornando tão disputadas durante o segundo semestre do ano que os bailes tiveram que ser transferidos do salão para o ginásio do clube. Com a fama se espalhando rapidamente entre os jovens antenados da cidade, não foi preciso muito tempo para Danilo, Léo, Maran, Luiz Carlos, Fernando e Daniel desfrutarem da reputação de pertencerem da melhor banda da região, ao lado de The Bubbles.

Pois foi em meio a esse panorama que os Analfabitles tiveram a chance de gravar um compacto simples para a RCA Victor. Chance essa proporcionada pelo gaitista e violonista Rildo Hora que, naquele momento, iniciava-se como produtor musical da gravadora. Reunidos no estúdio da CBS, no Rio, o grupo registrou os dois temas para o compacto numa curta sessão de gravação. Ao final de uma tarde de trabalho, depois de gravadas as bases, seguidas dos vocais em overdub, Rildo Hora dava por encerrada a sessão.

A escolha dos Analfabitles recaiu sobre dois números absolutamente obscuros, conhecidos apenas pelos freqüentadores mais assíduos dos bailes da banda. Foram eles "Sunnyside Up" e "She's My Girl". O primeiro, de uma banda de garagem de Boston (EUA) de pouca expressão fora de sua região de origem, chamada Teddy and The Pandas. A segunda, dos Coastliners, outro grupo norte-americano cujo legado discográfico limita-se a alguns compactos.

De certa forma, uma escolha surpreendente, pois contrariava a tendência da maioria dos artistas (e de bandas de sua época) de copiar os sucessos mais óbvios ou refazer temas de artistas já consagrados internacionalmente, quando da gravação de covers. Com inteligência, os Analfabitles evitaram comparações com as gravações originais que, no caso, ninguém conhecia, e tornaram "seus" os temas gravados. Portanto, se sucesso fizessem, seriam conhecidos como uma assinatura exclusiva da banda e de ninguém mais.

"Sunnyside Up" é um número em mid-tempo, com destaque para o caprichado vocal do grupo, em arranjo diferente, melhor e de efeito superior ao registrado por Teddy and The Pandas. Outro carimbo da banda presente na gravação é o atrevido solo de Maran ao órgão Hammond. Já "She's My Girl", escolhida para ocupar o lado 2 do compacto, é uma balada delicada, cantada em falsete por Fernando tal qual a gravação original dos Coastliners, lançada nos Estados Unidos em 1966 através do selo Back Beat.

O disco, cujo lançamento foi celebrado com uma festa no Teatro Casa Grande em 13 de outubro de 1968, chegou às rádios através do legendário DJ Big Boy, que incluiu os dois números na programação da Rádio Mundial. Mas foi "She's My Girl" que caiu no agrado dos ouvintes. O sucesso foi tanto que a música acabou invadindo o dial de outras estações cariocas, garantindo a RCA uma vendagem de dez mil cópias do compacto. Um enorme alento para um grupo sem presença alguma na televisão e cuja fama ainda atingiria o ápice no ano seguinte.

Enquanto os Analfabitles seguiriam construindo a sua história, a do compacto já estava sedimentada. Duas grandes pequenas músicas, executadas com brilho e bom gosto, só poderiam resultar num dos melhores discos de beat music gravados no Brasil.


publicado originalmente na revista virtual Senhor F
http://www.senhorf.com.br/agencia/main.jsp

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Os Abstratos - Single (Mocambo, 1968)





Começando a semana com uma PRECIOSIDADE! Os Abstratos, obscuro grupo da garagem paulista dos anos 60. Toda sua discografia se resume a esse compacto lançado em 1968 pelo selo pernambucano Mocambo, pertecente a gravadora Rosemblit. Aqui basicamente versões, sendo uma a versão para Every Little Thing dos Beatles, batizada de Achei o Amor. A outra uma versão de Fred Jorge para uma música italiana, onde o grupo fala sobre guerra e revolução, quebrando assim um pouco daquele estereótipo de alienado do rock brasileiro dos anos 60. Compacto cru da melhor espécie!
Teen Trash


tracklist
A Revolução
Achei Meu Amor (Every Little Thing - Beatles)


Os Abstratos
por Fernando Rosa
Os Abstratos, da garagem à psicodelia paulistana, nos anos sessenta Grupo de rock paulista que gravou o compacto 'A Revolução'/'Achei Meu Amor', pelo selo Mocambo/Rozemblit, em 1968 - a primeira versão de Fred Jorge para um clássico da música italiana, e a segunda também versão para 'Every Little Thing', dos Beatles. Com o fim do grupo, seus integrantes somaram-se ao ex-Beatniks Bogô para formar o 'Sinc Sunt Res', um dos principais grupos psicodélicos paulistas, que realizou memoráveis shows, sem deixar nada gravado. (Fernando Rosa)

domingo, 4 de janeiro de 2009

Os Selvagens - s/t (Caravelle, 1968)



Essse é nosso primeiro disco de 2009 e esperamos que esse ano nos reserve mais grupos trazidos de volta da tumba e muito farfisa, hammond, fuzz, e demais usos primitivos da guitarra elétrica para nossos corações de pedra. Então vamos lá!

Os Selvagens gravaram 5 Lps e alguns compactos entre 1968 e 1976. Esse aqui é o primeiro disco do grupo que saiu pele selo Caravelle em 1968, destaco aqui a versão ultra punk de We Gotta Get out of This Place, gravada originalmente pelos Animals em 1965. Esse disco como um todo é uma boa pedida, com várias músicas autorais e alternando momentos garageiros mais radicais com jovem guarda. O grupo foi formado em 1965 na cidade do Rio de Janeiro pelos irmãos Leonardo e Mário Carion, junto com Hilton Ribeiro e Edgard Borges e tocaram em vários bailes por toda a cidade. Em 1970 gravaram Coração de Pedra, original dOs Jovens, com muito fuzz e o acompanhamento de percussão. Os Selvagens também saíram em coletâneas gringas dedicadas ao garage internacional como Basementville! Brazil #2 - 16 Obscure Brazilian Mid & Up-tempo Teen Cuts 1965/'68 (Misty Lane, 2000) e What Do I Say? #1 - Juddy In The Sky With Nazis (Reep, 2004).
Teen Trash

Obs: Mais informações sobre os grupos aqui postados são sempre bem vindas!


Tracklist
01. Te quero Bem
02. Vivo prá você
03. O Gavião
04. Vem , Amor
05. A praça
06. O Segredo
07. Temas do Nosso Amor
08. Tenho Que Esperar
09. We Got to Get Out of This Place
10. Tudo na Vida
11. Lamento de Amor
12. Você Foi Pra Longe

Os Selvagens - s/t (Caravelle, 1968)


Thanks For The Coments!



Os Selvagens
Por RSTONE (Comunidade Música Cafona e Jovem Guarda)


Banda carioca formada em 1965 pelos irmãos Leonardo e Mário Carion (guitarras) e mais Hilton Ribeiro(baixo) e Edgard Borges(bateria). Inicialmente, tocavam em todo o circuito de bailes do Rio.

Em 1968 lançaram o seu primeiro LP "Os Selvagens", pela gravadora Caravelle, sob o Nº LP-NF-6007. Neste álbum consta a curiosa gravação que fizeram da música "A Praça", de Carlos Imperial e grande sucesso com Ronnie Von um ano antes.

Em 1969, entrou para o grupo o compositor e versionista Rossini Pinto, que os levou para a CBS para gravarem pelo selo Epic. A banda é reformulada, e além de Rossini pinto, entram também para o grupo dois futuros grandes nomes da músicabrasileira, Hildon Souza e Michael Sullivan.

Em 1970, lançaram pelo selo CBS/EPIC, o seu segundo álbum contendo várias versões de Rossini Pinto e mais composições de Dom (da dupla Dom & Ravel), Álvaro Menezes, Pedro Paulo e outros.

O terceiro LP, intitulado "Don't Leave Me Now", é lançado em 1971, e mais uma vez, traz várias versões de Rossini Pinto para sucessos internacionais da época.

O grupo seguiu carreira até 1976, quando lançou o seu último LP, ainda pelo selo CBS/EPIC. Entre os sucessosradiofônicos do grupo Os Selvagens, estão as canções "O Jornalista", '"Eu E Você" e a mais conhecida de todas, "O Enviado Especial", que levou a banda para as paradas de sucesso de todo o Brasil em 1974. (RSTONE)

NOTA:
Fazendo uma correção ao texto acima: As canções "O Jornalista" e "O Enviado Especial" são, na verdade, uma música só, cujo título correto é "O Jornalista (O Enviado Especial)", composição de Rossini Pinto, foi lançada em compacto pela CBS/EPIC em 1972 - e não em 1974, conforme escrito acima -, se tornando o maior sucesso da carreira do grupo OS SELVAGENS. (RSTONE)


sábado, 20 de dezembro de 2008

Altafini - Single (Pauta, 1968)




Altafini é outra obscuridade, gravou esse compacto pelo pequeno selo "Pauta Gravações e Propaganda Limitada" em 1968. No single ele canta e é acompanhado pela também obscura banda We Four.

Altafini chegou a se apresentar na TV no programa de Flávio Cavalcante, cantando Eu Lutarei Pela Paz. A música fala sobre a infância e pacifismo e em certo trecho fala sobre quebrar coisas e jogar pedras. Foi criticado pela letra por um dos jurados e teve seu compacto quebrado no ar pelo apresentador do programa. O cantor e seu empresário alemão ainda tentaram divulgar o trabalho, mas sem êxito. Ao que parece, em 1969 Altafini já tinha encerrado a carreira de músico.

Duas coisas devem ser destacadas nesse single, as composições, que são próprias do cantor, mostrando bastante personalidade e originalidade nas letras. E o outro é o acompanhamento arrasador do We Four, com muita guitarra fuzz e barulho, bem sujo e diferente.

As duas canções do compacto circulam pela Web, já faz um tempo, através da compilação virtual Brazilian Nuggets, dedicada a psicodelia brasileira.

Celso Fagundes Altafini, nasceu em São Paulo e em 1982 se casou, mudando-se para Fortaleza (Ceará). Se alguém de Fortaleza que conhece o cara estiver lendo isso daqui, seria de grande interesse meu entrar em contato com o artista para uma entrevista.

Todas as informações aqui contidas foram retiradas do programa de Washington Morais dedicado a Jovem Guarda, que em sua edição de número 21 foi sobre Altafini.



Tracklist
Lado A - Eu Lutarei Pela Paz
Lado B - Xaropão


DOWNLOAD!





Jovem Guarda - Programa 21 - Altafini

sábado, 20 de setembro de 2008

Stud Cole - Burn Baby Burn (Norton, 2002)


Burn Baby Burn!!!
Stud Cole é mais um tesouro que foi resgatado do esquecimento. A Norton Records trouxe para a era digital em 2002 o disco promocional de Cole que em 1968 teve apenas 100 cópias (!) prensadas. A edição em Cd da Norton reuni seu Lp promo mais bônus. Seu som é geralmente descrito como se Elvis tocasse com os Yardbyrds de 1966 ou então como um Esquerita branco, no mais essas são apenas descrições para RnR cru, permeado por rockabilly, garage e blues. As informações sobre Stud Cole são escassas, sabe-se que seu nome verdadeiro era Patrick Tirone e trocou a cidade de Buffalo, no estado de NY, pela ensolarada Califórnia. Permaneceu dez anos na cena californiana, mas sem sucesso. A história de Stud não é diferente da de excelentes artistas que não obtiveram qualquer tipo de êxito, fama ou reconhecimento em sua época, mas que são portadores de música sincera e intensa, o que são qualidades do bom rock feito em qualquer época. A canção Burn Baby Burn é sensacional, pra não dizer foda, lá está tudo, guitarra estridente com um vocal desesperado e raivoso e uma introdução arrasadora (de doer lá na alma) que lhe levam a um blues punk sedutor e cheio de clima. Se você curte Cramps ou rockers punks malditos da estipe de Hasil Adkins ou Dean Carter, Stud Cole é o caminho!


Ouça online
Stude Cole - Burn Baby Burn


tracklist

1. Burn Baby Burn
2. Always & Always
3. Feels Good
4. Don't Do That
5. Hard Luck Games
6. The Devil's Comin'
7. Stop The Wedding
8. Oh? I Love You
9. Waitin' Time Blues
10. Black Sun
11. My Baby's Comin'
12. The Witch
13. I Don't Want To Go
14. I'm Glad
15. It Ain't Right
16. Tirone Real Estate Radio Ad

Download!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Os Canibais - Grandes Sucessos (s/d, Mr. Five Music)

Discografia que reúne todo o material lançado pela banda nos anos 60, inclui os compactos de 1966, 1967, 1968, 1969 e todo o Lp homônimo de 1967.


Downloadhttp://rapidshare.com/files/72914225/os_canibais_-_grandes_sucessos__1966-1969_.zip


Os Canibais sempre foi um mistério para os colecionadores e aficcionados mais novatos por raridades dos anos sessenta. Particularmente por conta de seu único LP homônimo, lançado em 1967, contendo estranhas versões para músicas de grupos poucos conhecidos. No álbum, o grupo reinterpreta canções obscuras ou ‘one hit wonder’ dos Kinks, Merseybeats, Searchers, Outsiders e Turtles, além de músicas próprias. Integraram o grupo nascido em 1965, em plena ebulição da ‘beatlemania’, em sua formação definitiva, e presente no único disco gravado, os músicos Aramis (guitarra), Sérgio (guitarra), Elydio (contra-baixo), Max Pierre (bateria), Roosevelt e Horácio (órgão e piano). Além da música, o nome (totalmente punk) de batismo da banda, também soava estranho aos ouvidos da juventude da época.


Fernando Rosa & Nélio Rodrigues (http://www.senhorf.com.br/revista/revista.jsp?codTexto=882)