segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Mahatma Gangue e Renegades of Punk no DoSol
sábado, 30 de janeiro de 2010
Agenda - Turnê Nordeste Velho de Câncer
www.myspace.com/velhodecancer
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
RIP J. D. Salinger
(http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1467202-7084,00-MORRE+AOS+ANOS+O+ESCRITOR+NORTEAMERICANO+JD+SALINGER.html)
Agenda - Filmes Malditos da Meia Noite - Sessão anti heróis
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Agenda - I Marte Ataca - Limoeiro do Norte (CE)
I Marte Ataca
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
RIP Jay Reatard
domingo, 10 de janeiro de 2010
Best of 2009
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
80's Spanish Punk
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Morreu Sandro, idolo do rock argentino, desde os anos sessenta
* Da Redação de http://www.senhorf.com.br/
O cantor argentino Sandro, “el Gitano”, morreu nesta segunda-feira, aos 64 anos, em Mendoza, em consequência de infecção contraída após transplante de coração e pulmão. Uma espécie de Roberto Carlos em versão erotizada, Sandro iniciou a carreira nos anos sessenta com temas mais roqueiros e, nos anos setenta, passou a cantar baladas e temas românticos.
Um dos artistas mais populares do país, Sandro lançou 52 discos, vendeu 8 milhões de cópias e foi responsável por sucessos sul-americanos como "Dame fuego", "Rosa, Rosa", "Quiero llenarme de ti", "Penumbras", "Ese es mi amigo el puma", "Tengo", "Trigal" e "Una muchacha y una guitarra" entre outros. Também participou de 16 filmes, cantou no Madison Square Garden e ganhou o Grammy Latino em 2005 por sua carreira musical.
"Yo me nutrí con el rock. Gracias al rock dejé las calles, las navajas y las cadenas, y agarré una guitarra. Dejé la campera de cuero y las pandillas. El rock me salvó. Me salvó de que fuera quizás un delincuente", disse Sandro, nascido Roberto Sánchez, sobre o início de sua carreira.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Não devemos nada a você
The Runaways Trailer
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Dobradinha power pop com The Beat
Já tive a oportunidade de falar brevemente aqui do The Beat, mas agora trago dois vídeos de músicas referentes ao seu único álbum (1979). A dobradinha power pop começa com Rock n roll girl, vídeo de alguma exibição na tv de cerca de 1980 e segue com outra apresentação, dessa vez tocando Don't wait up for me. O vocalista Paul Collins começou tocando bateria e cantando no breve The Nerves, responsáveis por Hanging on the Telephone (1976), pertecente ao único registro da banda, mais conhecida na versão posterior do Blondie. Com o fim do The Beat, Paul montou a Paul Collin's Band e posteriormente o Paul Collins and The Yum Yums.sábado, 12 de dezembro de 2009
The Go - Single (Titlewave Productions, 1980)
The Go - Single (Titlewave Productions, 1980)
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Dr. Feelgood - She does it right (1975)
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Obscure Power Pop & Punk Rock
Fast Cars é uma banda do final dos anos 70, original de Manchester, que acabou no começo dos 80. Eles acompanharam o The Jam em turnês e tocaram com XTC, The Buzzcocks, Joy Division, The Fall e The Rezillos, só gente boa que deveria se esforçar para manter o mesmo nível de energia que o Fast Cars esbanjava nas suas apresentações. Ao que parece lançaram apenas um single, que hoje vale a bagatela de 150,00 libras no mercado de colecionadores de power pop. Para fazer a alegria dos mortais a Detour Records, especializada em reedições de power pop, trouxe da obscuridade, além do single, várias músicas nunca antes lançadas e colocaram no mercado um cd/LP com 17 faixas chamado "Coming... Ready or Not" em 2001. Se você entende daquela energia pop em alta voltagem dos Buzzcocks você irá gostar do Fast Cars.
The Go foi uma banda novaiorquina original do subúrbio de Yonkers surgida no meio daquela explosão power pop do final dos 70 e começo dos 80. Fizeram sua primeira apresentação no lendário CBGB'S. Na ativa lançaram apenas um ep com quatro sons, dos quais um deles é "Instant Reaction" que você confere nesse vídeo de 1980. Esse ano é também a data de gravação e lançamento do ep, prensado em apenas 1.000 cópias pela Titlewave Productions. O ep foi produzido por Rob Freeman, o mesmo cara que produziu o primeiro dos Ramones e os dois primeiros do Blondie. Em 2004 o selo japônes Wizzard In Vinyl lançou um cd contendo o ep mais 17 outras faixas. Em 2006 o selo italiano Rave Up Records lançou também um LP resgatando a obra do The Go.
Esse vídeo é uma apresentação do The Rattlers tocando "On the Beach" no programa de TV The Uncle Floyd Show. Uma curiosidade sobre a banda é que ela conta com o irmão de Joey Ramone nos vacais e guitarra. Confira o vídeo e perceba o tom de voz bem parecido com o do irmão.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Punk galego e Power pop britânico
Novedades Carminha é uma banda da região da Galiza, pertecente a administração do Estado espanhol, apesar da cultura e lingua diferenciada. O grupo lançou uma demo cassete no ano passado com o nome de "Grandes Éxitos". Participaram da compilação Matado por la Muerte e esse ano lançaram seu primeiro LP com o nome de "Te Vas con Cualquiera" pelo selo espanhol Bowery Records. Aqui você confere o clip de "Yo no Uso Codón", canção do recente LP.
The Fans é uma banda inglesa, de Briston, do final dos anos 70. A música que você confere aqui no vídeo é do seu primeiro single, lançado em 1979 pela Fried Egg Records. Power Pop dos bons.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Intensivo de Texas Punk

terça-feira, 29 de setembro de 2009
Los Reactors - Dead in the Suburbs (Rip Off, 2004)
Los Reactors é um daqueles segredinhos preciosos do punk rock. Desconhecido de muitos e que faz despertar a curiosidade de colecionadores, sempre atrás de mais um registro esquecido em algum rolo velho ou fita cassete mofada. Apesar do artigo em espanhol, a banda é americana, especificamente de Tulsa (Oklahoma). Sua discografia oficial se resume a dois singles, Dead in the Suburbs (1981) e Be a Zombie (1982), ambos lançados pela Cynykl Records. Na época eles foram bem recebidos nas collage rádios, e demais rádios independentes do começo dos 80, e possuíam certa quantidade de fãs na sua região. Contudo, depois o grupo caiu no esquecimento. Deixando para a posterioridade apenas seus dois compactos. Nos anos seguintes o grupo aparece em coletâneas piratas dedicadas à bandas obscuras. Surgem no centésimo volume da Killed by Death com as músicas Dead in the Suburbs e Laboratory Baby, ambas dos singles originais dos anos 80. O interesse pelos Reactors aumenta com o tempo e os curiosos queriam saber se existia algo além dos dois compactos. Em 1995 a Righteous Death Records vem saciar um pouco essa curiosidade e lança uma cassete, chamada Best of, com material inédito do grupo. A fita continha gravações ao vivo e de ensaios do grupo, inclusive com músicas até então inéditas. No ano 2000 o selo italiano Rave Up Records lança um LP contendo os dois compactos do grupo mais uma seleção das performances ao vivo contidas na fita Best of. Em 2004 a gravadora californiana Rip Off Records relançou em cd o material compilado pela Rave up em vinil. O disco levou o nome de Dead in the Suburbs, contendo ainda um vídeo com uma rara apresentação do grupo. Esse vídeo pode ser hoje visto facilmente no youtube. O que ressalta ainda mais a personalidade dos Reactors é seu teclado. Mas esqueça a sonoridade do garage rock sessentista ou seu revival, isso aqui está mais para uma espécie de new wave punk paranóica, que marca todo o percurso da canção Culture Shock. Essa música tem algo daquela tensão dos Screamers, tem algo de apocalíptico e desesperado, tem algo de Search & Destroy! Outros grupos também foram felizes na utilização de teclados, como os ingleses do Strangles. Em 2005 o grupo se reuniu para shows em sua cidade natal e em Nova Iorque, com planos de mais algumas apresentações para o futuro. E recentemente lançaram um dvd com essas apresentações, chamado Alive in the City que trás o grupo executando músicas nunca antes lançadas em cd, LP ou cassete. A criatividade dos Reactors fez com que sua música despertasse o interesse de outras gerações pelo seu legado. Bandas mais recentes como The Briefs tocaram em seus shows músicas como Dead in the Suburbs, provando a vitalidade da música dos Reactors. Los Reactors - Dead in the Suburbs (Rip Off Records, 2004)
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
V.A No New York (Antilles, 1978)
O punk rock foi um dos mais influentes acontecimentos na música pop. Você pode constatar isso através dos inúmeros subgêneros desencadeados a partir dele. Chamaram o que veio antes dele de proto punk e o que veio depois de post punk. As possibilidades que ele abriu, ou, reabriu, deram margem tanto ao pop da new wave como ao art rock do post punk. No entanto nem todas as manifestações derivadas a partir do punk do final dos anos 70 ganharam a visibilidade do post punk ou da new wave. Entre elas está a mais barulhenta e angular música proveniente de Nova Iorque. Estou falando da No Wave. Se a new wave era o filho radiofônico bastardo do punk e o post punk seu filho da escola de arte, o pessoal da no wave estava interessado, acima de tudo, em barulho. Assim como o post punk ele continha um ar avant garde e o gosto pela desconstrução de melodias e por sonoridades atônais. Mas tudo isso envolto em camadas de barulho. A raiva, a agressividade e o tom de confronto, tão característicos do punk, não foram deixados de lado. Basta constatar a maneira própria de James Chance cantar ou como o DNA se expressa. Uma das formações iniciais da no wave foi o Teenage Jesus and the Jerks, com a front woman, guitarrista e vocalista, Lydia Lunch. James Chance chegou a tocar seu sax desconstruído com eles, mas logo formou seu The Contortions. No entanto, a parceria está registrada num ep de 1979, chamado Pre Teenage Jesus, um raro momento de simbiose das duas figuras mais representativas da no wave. A compilação No New York, foi idéia de Brian Eno. Ele queria registar em um disco aquela cena experimental e barulhenta que se concentrava no East Village. Foi tentar convencer a Island Records para lança-la. E em 1978 sai pela subsidiária Antilles o disco com o Tennage Jesus, DNA, James Chance and The Contortions e Mars. Um registro fresquinho, vide o ano de lançamento. Alguns importantes nomes como o Theoretical Girls, de Glenn Branca, ficaram de fora. Mas mesmo assim ela consegue registar aquele curto período de ebulição experimental e agressiva que foi a no wave. Apesar de vida curta e, para alguns, de difícil digestão, a no wave deixou sua marca no espectro do rock alternativo. Thurston Moore e Lee Renaldo tocaram com Glenn Branca, que foi um dos mentores do pessoal que criou EVOL. Provavelmente sem a no wave não existiria o Sonic Youth.track list
A1 Contortions - Dish It Out
A2 Contortions - Flip Your Face
A3 Contortions - Jaded
A4 Contortions - I Can't Stand Myself
A5 Teenage Jesus and The Jerks - Burning Rubber
A6 Teenage Jesus and The Jerks - The Closet
A7 Teenage Jesus and The Jerks - Red Alert
A8 Teenage Jesus and The Jerks - I Woke Up
B1 Mars - Helen Fordsdale
B2 Mars - Hairwaves
B3 Mars - Tunnel
B4 Mars - Puerto Rican Ghost
B5 D.N.A. - Egomaniac's Kiss
B6 D.N.A. - Lionel
B7 D.N.A. - Not Moving
B8 D.N.A. - Size
V.A No New York (Antilles, 1978)




















